Dos Pampas para a sua casa

Que tal ter na sua casa uma peça de decoração, um acessório ou mesmo um móvel inspirado no bioma Pampa, natural da região extremo Sul do país? Essa é a proposta da Associação Artesanato Pampa Caverá fundada em janeiro deste ano. Todos os artesãos que a compõem são moradores da cidade de Rosário do Sul (RS), e se capacitaram por meio dos cursos oferecidos pela Fudação Bradesco. Em julho deste ano o grupo lançou a coleção Fauna e Flora, totalmente inspirada nas paisagens locais, transformando artesanato em verdadeiros objetos de arte e design.

O próprio nome da Associação vem da Serra do Caverá, localizada justamente na região onde os artistas nasceram e cresceram. As peças da coleção foram criadas pela designer Viviam Andretta a partir das idéias e criatividade dos artesãos. “Ela nos orientou e deu forma com os seus desenhos às ideias pensadas por todos os componentes do grupo. A execução dos trabalhos também teve sua orientação até chegarmos ao produto final”, explica Mary Anne Izolani do Amaral, membro do grupo.

Para fazer as peças, os artesãos utilizam diversas técnicas: crochê, tricô, tear, biscuit e tramas em couro. Como matéria-prima, o grupo procura descobrir materiais locais. E nisso foi que descobriram os produtos Da Fazenda, que está localizada a pouco mais de 100km de Rosário. “Usamos os fios em lã da Fazenda por serem fios de qualidade e com tingimento natural. Com isso, agregamos valor em nossos produtos inspirados na flora e na fauna de nosso Bioma”, afirma Mary Anne.

Mesmo com pouco tempo de criação, a Associação já ganhou diversos prêmios por seus trabalhos. Em setembro deste ano, eles foram agraciados com o Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato e a banqueta Corticeira foi destaque no 3o. Prêmio Objeto Brasileiro – A Casa, promovido pelo Museu do Objeto Brasileiro de SP.

Os produtos são vendidos pela internet, no site do grupo, onde também é possível conhecer a coleção completa. www.pampacavera.blogspot.com.br

Outubro Rosa: promoção na loja Da Fazenda

No início deste mês começou o Outubro Rosa, uma campanha mundial para conscientizar as mulheres sobre o câncer de mama e informar sobre medidas preventivas contra a doença.

A iniciativa é da Fundação Susan G. Komen for the Cure, que lançou a ideia em 1990. Você com certeza já deve ter visto por aí o lacinho cor de rosa, na forma de broche ou estampado em camisetas. Um lacinho justamente para lembrar que o autoexame tem que ser realizado regularmente e que mulheres acima de 40 anos precisam fazer mamografia todos os anos.

>> Saiba mais sobre a campanha

Tricote rosa! – Resolvemos entrar na campanha este ano do nosso jeito. Até o dia 31 de Outubro de 2012, todos os fios rosa*** Da Fazenda estão com desconto de 10%. Coloque no carrinho os fios que você deseja e na hora de pagar use o cupom promocional ROSA.

Lã nas artes plásticas

Sonya Philip é uma artista filipina que hoje mora em São Francisco e cria peças lindas com fios, desafiando os limites entre artesanato e arte.

Em seu trabalho, Sonya procura colocar um toque humano em objetos produzidos industrialmente, provocando delicadas “surpresas” em quem vai às suas exposições.

Sonya começou a tricotar aos 20 anos. Antes, ela costurava e fazia macramé. Tem mais informações sobre ela aqui.

Xale Cadhla

Mais uma belíssima criação da Paula Pereira, um xalinho lindo, lindo feito com o Merino Worsted Da Fazenda especialmente para nossas leitoras.

Criação: Paula Pereira

>> Favorite essa receita no Ravelry

Materiais

Fio: 1 meada fio Worsted Da Fazenda (100% lã – 100gr/190m)

***metragem utilizada para o xale Cadhla: 238m

Agulhas: 1 agulha circular 5mm com 80cm de extensão (ou tamanho para se obter os números da amostra) / 1 agulha circular 6mm com 80cm de extensão (ou um tamanho maior do que o utilizado para se obter os números da amostra)
Outros: 11 marcadores; Agulha de tapeçaria ou apropriada para a espessura do fio; Alfinetes para blocar

Medidas finais 

***medidas obtidas após o processo de blocagem

124 cm de largura por 35,5cm de altura na parte central
Esquema

Notas
O xale Cadhla é trabalhado da barra em tricô rendado para cima. A modelagem do formato meia lua é feita com carreiras encurtadas na parte do xale tecida em ponto jérsei.

A seção do gráfico entre colunas coloridas será repetida 10 vezes em cada carreira trabalhada.

2tmd = 2 pontos torcidos em meia e inclinados para a direita: Tricotar
o segundo ponto da agulha esquerda em meia. Em seguida tricotar também
em meia o primeiro ponto da agulha esquerda e então transferir os dois
para a agulha direita.

Abreviações
cm: colocar marcador
pm: passar marcador
pt(s): ponto (s)
pp: passar um ponto como se fosse tecê-lo em tricô
m: meia
t: tricô
mdc: mate duplo central
laç: laçada
2pjm: 2 pontos juntos em meia
2pjt: 2 pontos juntos em tricô
ms: mate simples
fb: fazer uma bolinha
2tmd: 2 pontos torcidos em meia.

Instruções
Com as agulhas maiores (6mm) e utilizando o método “long tail cast on”, monte 228 pontos.
Carreira de preparação: 20m, (19m, cm) 10 vezes, 18m.
Trocar para agulhas 5mm e trabalhar as carreiras 1 a 17 do gráfico.

Legenda

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Gráfico

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Instruções escritas do gráfico:
carr 1: pp, mdc, 1t, 5m, 2pjm, laç, 1m, laç, ms, 3m, [2tmd, 3m, 2pjm, 2pjm, (laç, 1m) 3 vezes, laç, ms, ms, 3m] 10 vezes, 2tmd, 3m, 2pjm, laç, 1m, laç, ms, 5m, 1t, mdc, 1m.
carr 2: pp, t até o final da carreira, passando os marcadores.
carr 3: pp, mdc, 1t, 2m, 2pjm, laç, 3t, laç, ms, 2m, [2tmd, 2m, 2pjm, 2pjm, laç, 1m, laç, 3t, laç, 1m, laç, ms, ms, 2m] 10 vezes, 2tmd, 2m, 2pjm, laç, 3t, laç, ms, 2m, 1t, mdc, 1m.
carr 4: pp, 6t, 3m, 6t, [7t, 3m, 9t] 10 vezes, 4t, 3m, 7t.
carr 5: pp, mdc, 1t, 2m, 1t, fb, 2t, laç, ms, 1m, [2tmd, 1m, 2pjm, 2pjm, laç, 1m, laç, 2t, fb, 2t, laç, 1m, laç, ms, ms, 1m] 10 vezes, 2tmd, 1m, 2pjm, laç, 2t, fb, 1t, 2m, 1t, mdc, 1m.
carr 6: pp, 4t, 4m, 5t, [6t, 5m, 8t] 10 vezes, 3t, 4m, 5t.
carr 7: pp, mdc, 1t, 2m, fb, 2t, laç, ms, [2tmd, 2pjm, 2pjm, laç, 1m, laç, 2t, fb, 1t, fb, 2t, laç, 1m, laç, ms, ms] 10 vezes, 2tmd, 2pjm, laç, 2t, fb, 2m, 1t, mdc, 1m.
carr 8: pp, 4t, 3m, 4t, [5t, 7m, 7t] 10 vezes, 2t, 3m, 5t.
carr 9: pp, mdc, 1t, 1m, laç, ms, 2m, [2tmd, 3m, 2pjm, 2pjm, (laç, 1m) 3 vezes, laç, ms, ms, 3m] 10 vezes, 2tmd, 2m, 2pjm, laç, 1m, 1t, mdc, 1m.
carr 10: pp, t até o final da carreira, passando os marcadores.
carr 11: pp, mdc, 1t, 1m, laç, ms, [2tmd, 2m, 2pjm, 2pjm, laç, 1m, laç, 3t, laç, 1m, laç, ms, ms, 2m] 10 vezes, 2tmd, 2pjm, laç, 1m, 1t, mdc, 1m.
carr 12: pp, 7t, 7t, 3m, 9t] 10 vezes, 6t.
carr 13: pp, mdc, 1t, 1m, [2tmd, 1m, 2pjm, 2pjm, laç, 1m, laç, 1t, fb, 1t, fb, 1t, laç, 1m, laç, ms, ms, 1m] 10 vezes, 2tmd, 1m, 1t, mdc, 1m.
carr 14: pp, 5t, [6t, 5m, 8t] 10 vezes, 4t.
carr 15: pp, mdc, [2tmd, 2pjm, 2pjm, laç, 1m, laç, 3t, fb, 3t, laç, 1m, laç, ms, ms] 10 vezes, 2tmd, mdc, 1m.
carr 16: pp, 3t, [5t, 7m, 7t] 10 vezes, 2t.
carr 17: ms, t até os últimos 2 pontos, passando marcadores, 2pjm.

Próxima carreira: t até o final da carreira, removendo os marcadores. Você terá então 194 pontos na agulha.

Modelando com carreiras encurtadas:

carr 1: pp, 103m, vire o trabalho.
carr 2: 14t, vire o trabalho.
carr 3: trabalhar em meia até 1 ponto anterior ao ponto da virada, ms, 2m, vire o trabalho.
carr 4: trabalhar em tricô até 1 ponto anterior ao ponto da virada, 2pjt, 2t, vire o trabalho.

Repetir as carreiras 3 e 4 por mais 29 vezes (30 vezes no total).
Ao final dessa atapa todos os pontos terão sido trabalhados e você terá 134 pontos na agulha.
Próximas 2 carreiras: todos pts em t.
Frouxamente arrematar todos os pontos.

Finalização
Arrematar as pontas de fio com a agulha de tapeçaria.

Utilizando o método mais indicado para a composição do fio utilizado, blocar a peça de forma a atingir as medidas indicadas.

 

Faixa de cabelo Moura

Sobrou um restinho de fio? Ótimo!

Aproveite e faça uma faixa de cabelo rendada.

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Criação: Clara Beauty

>> Favorite essa receita no Ravelry

Material
30gr de fio Naturalmente Colorido Da Fazenda (cor 003)
>> Você pode comprar esse fio aqui.
Agulha de tricô 5,5mm
Agulha de crochê para o acabamento.
2 botões pequenos.

Tamanho (a faixa pronta e blocada)
Largura: 10cm
Comprimento: 43cm (sem contar com as casas dos botões, que completam o comprimento)

Pontos empregados
m = meia
t = tricô
tf&t = tricotar o ponto (no caso, a laçada dupla) duas vezes, pela frente e por trás.
ms = mate simples. (diminuição)
2pjm = dois pontos juntos em meia. (diminuição)
2pjm + 1 = faça dois pontos juntos em meia e, sem derrubar o ponto resultante, faça um meia no primeiro dos pontos que você trabalhou junto. O resultado são dois pontos (isso não é uma diminuição porque você termina com dois pontos na agulha).
laç = laçada

Notas
* A faixa é um pouco mais curta que a circunferência da cabeça. A volta inteira é completada pelas casas de botão, feitas com correntinhas de crochê. Se preferir, faça casas de botão tradicionais, no corpo da faixa, lembrando de deixá-la um pouco mais comprida.
* Para um melhor acabamento, bloque a sua faixa com firmeza ao terminar. Isto é, umedeça a peça e estique-a numa superfície plana, prendendo-a com alfinetes apenas nas laterais.

clique na imagem para ampliar.

Execução
Monte 14 pontos na agulha.

carr 1.: m.
carr 2.: m.
carr 3, 5 e 7.: m.
carr 4, 6 e 8.: 2m, 10t, 2m.

A partir daqui, trabalhe o motivo rendado.

carr 1.: 4m, 2pjm, laç, 2pjm+1, laç, ms, 4m.
carr 2.: 2m, 10t, 2m.
carr 3.: 3m, 2pjm, laç, 4m, laç, ms, 3m.
carr 4.: 2m, 10t, 2m.
carr 5,: 2m, 2pjm, laç, 1m, 2pjm, laç dupla, ms, 1m, laç, ms, 2m.
carr 6.: 2m, 4t, tf&t, 4t, 2m.
carr 7.: 4m, laç, ms, 2m, 2pjm, laç, 4m.
carr 8.: 2m, 10t, 2m.
carr 9.: 5m, laç, ms, 2pjm, laç, 5m.
carr 10.: 2m, 10t, 2m.

Repetir as carreiras 1-10 até alcançar o tamanho desejado. Para uma faixa como a da foto, as carreiras acima foram repetidas 7 vezes.

Para terminar:

carr 1, 3 e 5.: m.
carr 2, 4 e 6.: 2m, 10t, 2m.
carr 7.: m.
carr 8.: m.

Finalização
Com uma agulha de crochê, faça as casas de botão com correntinhas e ponto baixo. Bloque com firmeza, esticando apenas nas laterais da faixa.

Os botões fofos 🙂
O ponto rendado, em detalhe.
As casas de botão são feitas em crochê.

Fabiluli, uma fada que faz bonecas

A boneca sapeca representa uma criança de 3 anos.

Era uma vez uma webdesigner que um dia teve uma crise de “mulherzinha”, pediu uma batedeira e uma máquina de costura e descobriu, assim, que era na verdade uma fada que, com seus poderes mágicos, era capaz de dar alma a bonecas de pano lindas. Essa é a história da carioca Fabiana Barroso Pereira, 35, casada com o amor da sua infância e mãe de três meninas, que há dois anos fundou a Fabiluli, um atelier dedicado a fazer bonecas.

>> Conheça mais criações da Fada Fabiluli em seu site: www.fabiluli.com.br

Fabiana nem era muito fã desse tipo de brinquedo quando criança, mas um dia, navegando pela internet, encontrou uma foto que mudou tudo. “Aquela boneca me encantou e fui saber mais sobre ela. Descobri que era uma boneca baseada na pedagogia Waldorf. Eu nunca tinha ouvido falar sobre nada disso. Fui pesquisar e aí meu mundo virou para o lado certo”, conta. De acordo com a pedagogia Waldorf, para que uma boneca possa transmitir segurança e aconchego, é necessário que os materiais utilizados em sua confecção sejam naturais, como a lã de carneiro, tecidos orgânicos de algodão, madeira…”Uma boneca com enchimento sintético é uma boneca fria, de plástico se torna dura, ao passo que nós somos macios e quentes. Quando uma criança abraça sua mãe, ela nao é de plástico dura e fria, ela tem maciez e seu cheiro característico. A boneca feita com esses materiais tem vida”, explica Fabiana.

Boneca abraço.

Para as crianças que ganham o brinquedo feito por Fabiana, boneca é sinônimo de diversão, mas para a artista, é muito mais que isso. “Com a boneca a criança se prepara para o convívio com o outro, ela reproduz o que experimenta, o carinho, o cuidado. A boneca se torna o porto seguro muitas vezes de crianças sensíveis, com problemas familiares ou de convívio social. Ter uma boneca feita com materiais naturais se torna importante pelas experiências sensoriais que a criança começa a experimentar. A parte estética também a meu ver tem muita importância, a beleza é inerente e todos nos sentimos bem em ambientes bonitos e, de preferencia, simples”. Entre os vários materiais que utiliza estão a lã para enchimento e os fios naturais Da Fazenda. “São produtos de qualidade e naturais, me dando a certeza do resultado final. Minhas bonecas tem garantia para sempre e serão manipuladas desde por bebês a senhorinhas então preciso usar produtos seguros e de qualidade. E o atendimento sempre solícito e simpático do Marco faz muita diferença”, afirma Fabiana. Para fazer seu trabalho, Fabiana trabalha de forma artística, priorizando a estética e os valores sensoriais, agregando histórias e sentimentos com o objetivo de despertar ou fortalecer o encantamento. “Para dar alma a uma boneca você precisa se conectar a ela. Você precisa estar ligado àquela boneca naquele momento, sem muito planejamento ou preconceitos, mas deixar fluir o que passa na sua cabeça e no seu coração. Por isso que faz tanta diferença com o que você alimenta a sua alma”.

A fada Fabiluli

E uma criança ou mesmo um adulto pode esperar muito carinho ao abraçar uma das criações da Fada Fabiluli. “Ser uma fada hoje é buscar uma outra perspectiva da vida e dos acontecimentos. Sempre existe um lado positivo, belo e mágico no dia de qualquer pessoa, basta que ela esteja presente de verdade. Dar valor as pequenas coisas, se manter aberto ao encantamento, que pode ser uma brisa num momento de calor, um chá quente quando suas mãos estão frias, ou os pequenos sorrisos que aparecem na sua frente. Uma flor que resolveu nascer num lugar inóspito, uma bela árvore numa rua feia. Se você buscar pelas belas e simples coisas da vida, vai alimentar sua alma de forma saudável”.

Dica de leitura

Se você é daquelas pessoas que gostam de pesquisar sobre seus hobbies, então não pode deixar de ler o livro Fleece & Fiber Sourcebook, escrito por Deborah Robinson e Carol Ekarius, publicado em inglês pela editora Storey Publishing.

O livro é uma enciclopédia ilustrada e trata de mais de 200 tipos de fibras animais, desde raças de ovelhas com pelos longos aos curtos, passando também pelos camelídios (alpacas, lhamas, vicunhas), bisão, cavalo, coelhos e até cachorro.

Você encontra muita informação sobre as características de cada animal, cor, densidade e comprimento da fibra, recomendações sobre processamento e sobre como usá-la.

Este livro é essencial na livraria de qualquer pessoa que ame fibras naturais.

Onde encontrar: Amazon. (entrega no Brasil)

Passo-a-passo: aprenda a tingir fios

Personalizar fios de lã com as suas cores preferidas é mais fácil do você imagina.

Material
1 meada de 100gr da Lã para Tingimento Da Fazenda

Você encontra meadas para tingimento aqui!

Corante Vivacor nas suas cores preferidas
Colher de sopa
Panela
Bacia

Importante: esse corante, da marca Guarany, é específico para tingir certos materiais, entre eles, a lã. Se o fio que você está utilizando contiver outro “ingrediente”- como nylon, algodão, acrílico, etc – talvez o resultado não seja tão bom quanto o que você espera. Leia sempre o rótulo do corante que você comprou para verificar se ele serve para o fio que você tem.

Execução

1) Retire o rótulo de papel da Meada de lã para tingimento Da Fazenda e coloque a meada de molho em uma bacia com água fria suficiente para cobri-la, cuidando para que fique encharcada.

2) Use 2 litros de água para cada 100g de lã a ser tingida (pode-se usar uma garrafa PET de refrigerante vazia e limpa como medida).

3) Em uma panela coloque para ferver um copo da água medida e dissolva 8g (uma colher de sopa rasa) de corante Vivacor para cada 100g de lã.

4) Depois de bem dissolvido o corante, acrescente o restante da água medida e misture bem, mantendo a panela com a tintura no fogo.

5) Segurando por um dos barbantes de amarração, retire a meada de lã da bacia, dobre ao meio e torça levemente para retirar o excesso de água. A lã deve permanecer bem úmida para evitar manchas e choque térmico ao ser colocada na tintura.

6) Coloque a meada cuidadosamente na panela e com o auxílio de uma colher faça com que seja totalmente coberta e encharcada pela tintura.

7) Cozinhe em fogo alto até o ponto de fervura e depois por mais 5 minutos, mexendo a lã algumas vezes de forma suave e sem movimentos bruscos, que nesta etapa podem fazer com que a lã feltre e os fios fiquem grudados.

8) Após o cozimento, desligue o fogo e deixe esfriar naturalmente. Após esfriar um pouco
despeje o conteúdo da panela em uma pia ou tanque para que a sobra da tintura escorra.

9) Deixe a lã perder a temperatura naturalmente para somente então enxaguar em água
corrente até sair todo o excesso de tinta. Não coloque a lã quente sob água fria, pois o choque térmico também causará feltragem das fibras e endurecimento do fio;

10) Após enxaguar, torça levemente ou utilize uma centrífuga de roupas para retirar o excesso de água e facilitar a secagem. Se desejar, pode deixar alguns minutos de molho com amaciante de roupas. Seque à sombra.

A seguir, o processo inteirinho descrito em fotos: